Eu literário


Escrevo para ecoar às dores e silêncios

 que  me habitam, para  curar e (re)existir.


Minha amizade com os livros começou na infânciaNa minha casa tínhamos pouquíssimos livros, pois meus pais não tinham condições para comprá-los. Estudei numa escola que tinha uma biblioteca e lá se tornou o meu lugar preferido. Na época ainda não tinha minha irmã, os amigos eram poucos e todos moravam longe da minha casa. Os livros tornaram-se meus companheiros. Muitas viagens, muitas aventuras, muito conhecimento, diversão a perder de vista.

Cresci e fui ser professora. É claro que apresentei meus amigos livros para meus alunos. Foi amizade a primeira vista. Mas não era o bastante. Sentia necessidade de dar voz a todas as histórias que habitavam em mim, era preciso dar mais um passo nesse relacionamento.  Nascia a Janete escritora.

Hoje tenho uma casa cheia de livros. Aqui o livro está na estante, na mesa, na cadeira, no chão, no sofá e na mão das minhas meninas. Ah! Sou mãe de duas. E ver amizade delas com a leitura foi a minha inspiração para escrever meu primeiro livro infantil:  Um livro pra Nini... Um livro pra Nana...


Um livro pra Nini... Um livro pra Nana...


Este ano participei de concursos literários  e tive um dos meus textos, "A lunática das listas", publicados no livro "Crônicas da quarentena" (Editora Página, 2020). E o texto  "Oito dias",  uma escrita sobre os dias que fiquei internada para tratar uma  infecção provocada pela  Covivd-19, viajou, foi parar lá em Portugal e publicado no Jornal Transnacional Yanda PanAfricanu.


Crônicas da quarentena - Editora Páginas (2020)
 
Pensa que eu parei por aí? Na-na-ni-na-não. Fica por aqui que essa história só está começando.

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